Tuesday, November 13, 2007

Ó Deus!

Friday, June 15, 2007

O dia em que deveria ter cantado bem alto



Fuck you, fuck you, fuck you
And all we've been through
I said leave it, leave it, leave it
There's nothing in you
And did you hate me, hate me, hate me, hate me so good
That you just let me out, let me out, let me out
Of this hell when you're around
Let me out, let me out, let me out
Of this hell when you're around
Let me out, let me out, let me out
Hell when you're around
Let me out, let me out, let me out
Hell when you're around
Let me out, let me out, let me out, let me out…

Fuck you, fuck you, love you
And all we've been through
I said leave it, leave it, leave it
It's nothing in you
And did you hate me, hate me, hate me, hate me so good
That you just let me out, let me out, let me out, let me out
Let me out, let me out, let me out, let me out…

Tuesday, May 01, 2007

No meu novo iPod vermelho e lindo

Trilha sonora da semana, em ordem de preferência:
Mäximo Park, The Cinematics, Amy Winehouse (dica da Moni e a voz do momento, segundo críticos do mundo todo) e ainda a impronunciável e norueguesa Apoptygma Berzerk. Eu juraria que já escutava In this Together bem antes de tocar toda hora nas cenas dos próximos capítulos de E.R, mas ninguém vai acreditar. Assim como ninguém vai querer ouvir depois de ver a franja emo do vocalista.

Wednesday, March 28, 2007

O show subiu no telhado

Eu choro em shows. Seja por emoção, por tristeza, por alegria, por nostalgia, porque sou chorona mesmo e não adianta. Eu choro em shows. Na estréia de não-sei-o-quê-e-declarações-amor, da Marisa Monte, chorei desde o momento em que ela entrou no palco fantasiada de caixa de bombom da Copenhagen até último Bis. Ou bis, pro trocadilho besta não ficar tão evidente. Quando vi o Paulo Ricardo a um metro de distância no Gigantinho também chorei. Ok, eu tinha 13 anos, ele era lindo e eu estava sendo esmagada na grade de proteção por fãs menos controladas do que eu. Chorei no The Cure também. Acho que foi o primeiro grande show que vi e o Robert Smith era O cara pra mim. No do Roxette, em 85, chorei tanto, mas tanto, porque o idiota que eu gostava ficou com outra na minha frente, bem na hora de Listen to Your Heart. Já no do James Taylor, chorei porque aquelas músicas mela-cueca, vamos combinar, são de chorar mesmo. No do Menudo, dia 12 de março de mil novecentos e nada, chorei porque minha mãe comprou ingressos pra fila mais longe que poderia existir. Se era pra ver o Charlie e o Rick Martin a quatro quilômetros de distância, melhor ver em casa, no Sábado à Noite do Gugu. Chorei, mas só por dentro, no Preservation Hall, em New Orleans. Ouvir lendas do jazz tocando na sua frente pra um público pequeno, de 20 ou 30 pessoas, é de encher os olhos. Velhinhos de 80 anos e seus trompetes e bochechas gordinhas, foi lindo. Chorei e como chorei no Eric Clapton, quando lembrei da trágica história do filhinho dele ao ouvir Tears in Heaven. Chorei nos The Blues Brothers, em Boston, mas de rir. Chorei no show da Graforréia, no Opinião. A música era Beethoven. Lassie, Benji, Beethoven. Basta ter um cachorro pra me comover.

Eu choro em shows. E quando não vou a shows, também. É, parece que o Keane não vai ser dessa vez.

Tuesday, March 20, 2007

He

Ela pediu que eu respondesse à enquete no seu blog: qual a música mais romântica que você já ouviu? Missão quase impossível escolher uma, ainda mais pra mim que sou um poço de romantismo, que choro até em filme da Lassie e em comercial do Zaffari e que acredito que um dia um cavalo branco vai aparecer na minha vida. Sim, só o cavalo, porque o príncipe, coitado, quando souber que a princesa sou eu vai dar um jeito de levar um tombo e não levantar nunca mais.

Taí a música que eu escolhi. A música mais romântica de hoje às 21:17.

In the sun

A original, composta por Joseph Arthur:



Aqui, a versão de Michael Stipe e Chris Martin, feita para arrecadar fundos depois do Katrina.

Saturday, March 03, 2007

Life goes on

The smell of your skin lingers on me now
Your probably on your flight back to your home town
I need some shelter of my own protection baby
To be with myself and center, clarity
Peace, Serenity

...And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I´ve got to get a move on with my life
Its time to be a big girl now
And big girls don't cry

Monday, February 19, 2007

Oh simple thing where have you gone?

Faltam dois meses. Kelly, arruma um canto aí pra mim. E não esquece de deixar os imãs de telentrega de comida na porta da geladeira.

Wednesday, February 14, 2007

My baby

Eu quero viajar pela costa da Itália. Num carrão, vidros abertos, vento na cara, lenço nos cabelos. Esta música tocando sem parar. Vou ficar com o braço direito pra fora da janela, fazendo movimentos de onda com a mão. Se sempre adorei fazer movimentos de onda com a mão até na Av.Ipiranga, imagina na Itália. Eu quero. E eu vou. Carrão, vento, Nina Simone, ondinha e alguém do meu lado dirigindo e pedindo pelo amor de Deus pra eu parar de cantar.

Saturday, February 03, 2007

Vacation: all I ever wanted

Eu consegui, depois de 20 anos, lembrar o nome da Belinda Carlisle, a vocalista mais brega do século passado. Mas não havia jeito de lembrar o nome da banda. Hoje o canal VH1 refrescou minha memória: The Go Go´s! Como eu dancei Head over hills, minha mãe do céu... Só espero que eu nunca, nunca tenha dançado assim como ela.

A propósito: eu quero férias.



Vacation
All I ever wanted
Vacation
Had to get away
Vacation
Meant to be spent alone

A week without you
Thought I'd forget
Two weeks without you and I
Still haven't gotten over you yet

Tuesday, January 30, 2007

Light my body

Não faço o estilo "adoro vocalistas de bandas seja lá que cara ele tenha". Mas esse aí, o cara à frente do Snow Patrol - já sei, já sei, só falo em Snow Patrol, tô pior que o Lúcio Ribeiro e seus Arctic Monkeys - esse aí faz muito o meu tipo. Muito. É feio e charmoso, bem como eu gosto. E fecha os olhos pra cantar. Sinal de que abre quando tem que abrir.

Gary Lightbody, bem-vindo aos meus sonhos.

Saturday, January 27, 2007

Caro Chico

R$240.
Pra duas pessoas.
Na segunda fila.
No centro.
Em frente ao nariz.
Entre dois olhos azuis.


Leve então
O resto desta ilusão
E todos os cuidados meus
Brinquedos dos caprichos

É pena porque foi tão lindo amar
Sentir você sonhar tão junto a mim,
Ouvir tanta promessa,
Fazer tanta esperança,
Pra hoje ver lembrança, tudo enfim

Nâo passou
De um triste desencanto, amor,
E desde então eu canto a dor
Que eu não soube chorar
Desencanto, Chico Buarque

Wednesday, January 24, 2007

Clinch



Derek sofrendo com os olhos + Meredith chorando por dentro + Snow Patrol tocando Finish Line = lágrimas de Daniella espirrando em progressão geométrica. Ah, sim. Eu subtraí a Addison, porque ela é a esposa, mas é muito chata. E de chata, hoje, já basta eu.

"I feel like I am watching everything from space
And in a minute I hear my name and I wake
I think the finish line's a good place we could start
Take a deep breath, take in all that you could want"

Friday, January 19, 2007

Rilo Kiley

Não sei nada sobre ela, a banda, mas já baixei tudo o que encontrei. CD gravadinho, pronto. Perfeito pra ouvir na estrada, on the way to fun.

Sunday, January 14, 2007

Pensando melhor


Pensando bem
Minha casa está um caos. Uma vergonha. Um lixo. Uma bagunça enorme. Tão grande que eu juro: não deixaria ninguém entrar aqui hoje. NINGUÉM.
Nem se tocasse o interfone agora, e:

- Dona Dani, visita pra senhora. Seu Marcelo Anthony.
- Ah, não. Inventa que eu não estou.

...

- Dona Dani, chegou visita.
- De novo? Despacha, Wanderley, despacha.
- Dona Dani, mas é o Jude Law. E é ele MESMO.
- Diz que ainda não cheguei. Diz qualquer coisa. Manda ele embora. Diz pra passar outra hora, mas não deixa o cara subir.
- Pronto, Dona Dani, o Seu Law já foi.
- Ótimo, melhor assim.
...

- Dona Dani, chegou outra visita.
- Mas quem é agora???
- O Seu Hugh.
- Não, não deixa passar do portão! Pelo amor de Deus, não!
- Seu Hugh Jackman, o senhor desculpa, mas ela não está.
- Jackman??? Deus, pensei que era o Hugh Grant! Chama ele, Wanderley, rápido!
- E o que eu digo?
- Só pergunta se ele é alérgico à poeira e manda subir. Rápido.



Este post foi escrito e publicado há quase dois anos. Mas nunca é tarde pra gente mudar de idéia: depois de assistir a “The Holydays”, não existem mais Hughs pra mim. O filme é bobo, mas valeu o caríssimo saco de pipoca do Cinemark porque Jude Law é o cara. De camisa branca, então, é covardia com uma pobre mortal como eu. Cameron Diaz, sempre com a mesma expressão de guardanapo, até ganhou uns pontinhos comigo na cena em que dança Mr.Brightside, do Killers.

Wanderley, pode mandar subir que a casa tá limpinha.

Friday, January 12, 2007

Live to tell



Eu queria dançar música lenta. Como a gente dançava lá pelos 13, 14 anos. Bons tempos em que a única coisa realmente ruim era o Milhopã.

Monday, January 08, 2007

No comments, please

I started to ache when I started to think of you.
Wondering how long it would take
before I step into something new.
There's only so much I can fake.
There's only so much that I can prove.
Well, do it in a minute,
I could go play the fool for you.

Lights, camera, action.
I think I'm going for it this time.
There's something you should listen to.
Could I take you for a car ride?
This is the soundtrack for our movie.
Would you tell me when we get to the best part?
I'll play it for ya
Oh no, I think I've lost this one.
Can we try again?

Well I'm a wreck.
I really can't explain it but I,
I hear the music when I look at you.
Orchestrating the song to accommodate the moment.
Well, I'm so in love with you.

Are you looking for an answer?
Because I could really use a friend tonight.
We can make this last forever.
We don't have to fear the sunlight.

Well I'm a wreck.
I really can't explain it but I,
I hear the music when I look at you.
Orchestrating the song to accommodate the moment.
Well, I'm so in love with

I'll take a chance and steal away this movie moment.

I'm in deep whenever I'm with you.
I'm directing the scene that has you and me forever.
We'll I'm so in love with...

Soundtrack for our movie - MAE

last.fm é cultura

O nome da banda: I Can Make a Mess Like Nobody's Business.
Grande ou não? Que nada. Olha só o nome da música: But When The Little Fellow Came Close and Put Both Arms Around His Mother and Kissed Her In An Appealing Boyish Fashion, She Was Moved To Tenderness.

Como diria o ex-SBT Nelson Rubens, eu aumento, mas não invento. A propósito: não aumentei nada.

Sunday, January 07, 2007

Say anything, but say what you mean

Ele me pediu que, PELO MENOS, este blog disponibilizasse os mp3 das músicas referidas. Prontamente fiz algo MELHOR, na minha modesta opinião. Taí, ao lado, o link para a minha página na last.fm, com as últimas músicas que ouvi. Quem não conhece a last.fm, sugiro que conheça logo, se familiarize, faça amizade e fique íntimo. Não me imagino mais vivendo sem. Já somos unha e cutícula. Só ontem foram oito horas de música. E nem era por falta do que fazer, porque eu tinha manicure marcada e... esqueci.

Wednesday, January 03, 2007

100 years



Como me disse ontem uma amiga: idade não quer dizer nada, só há quanto tempo você nasceu.

I'm 15 for a moment
Caught in between 10 and 20
And I'm just dreaming
Counting the ways to where you are

I'm 22 for a moment
She feels better than ever
And we're on fire
Making our way back from Mars
15 there's still time for you
Time to buy and time to lose
15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live

I'm 33 for a moment
Still the man, but you see I'm a they
A kid on the way
A family on my mind

I'm 45 for a moment
The sea is high
And I'm heading into a crisis
Chasing the years of my life
15 there's still time for you
Time to buy, Time to lose yourself
Within a morning star
15 I'm all right with you
15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live
Half time goes by
Suddenly you’re wise
Another blink of an eye

67 is gone
The sun is getting high
We're moving on...

I'm 99 for a moment
Dying for just another moment
And I'm just dreaming
Counting the ways to where you are

15 there's still time for you
22 I feel her too
33 you’re on your way
Every day's a new day...
15 there's still time for you
Time to buy and time to choose
Hey 15, there's never a wish better than this
When you only got 100 years to live

Tuesday, January 02, 2007

Love U2

Minha amiga May me mandou Can’t Help Falling In Love, do Elvis, numa versão cantada pelo Bono Vox. Encaminhei para apenas oito pessoas, escolhidas a dedo, com o meu desejo de Feliz 2007 com muito amor para cada uma delas. E o que eu recebo em troca? Amor, claro. Um coração se abriu pra mim cheio de ternura. Adoro quando as pessoas fazem isso. Adoro corações abertos. Adoro corações sangrando. Só os corações que se abrem se permitem a cura que só ele, o amor, pode realizar.


“Sabe, Daniella. Eu tenho muito que te agradecer. Por 2006, por 2005. Quiçá por 2004. Tomara que nunca chegue o dia do acerto de contas. Porque eu não teria como pagar. Não bastasse a tua presença na minha vida nestes anos, tu encerra 2006 com chave de ouro. De todas as coisas que eu estou certo de que te devo, nenhuma delas é mais valiosa do que tu ter me mandado esta música no exato momento em que eu tinha que escutá-la. Graças a ti, eu entro em 2007 sabendo exatamente o que eu quero. Estabelecendo minha meta, minha prioridade. Por fim, sorte que eu tô escrevendo e não falando, já que eu não consegui parar de soluçar de tanto chorar ainda.

Desculpa por te apresentar meu lado dor-de-cotovelo (que eu só mostro, sem querer, para os meus grandes e verdadeiros amigos), mas eu gostaria de te desejar o melhor 2007 que qualquer uma das 6 bilhões de pessoas deste mundo possam viver. E gostaria de ME desejar poder continuar contando contigo neste e em todos os 98 anos que se seguirem. Acho que a única maneira de a minha vida voltar a ser boa de novo é contando com grandes pessoas como você (digo isso não por tu ser este Everest de mulher, mas por tu, por dentro, ser quem é).

Vou ficar perto de ti por muito tempo ainda. Trate de viver. Parar de fumar é uma boa.

Uma excelente vida. Tomara que eu consiga te ajudar da forma que tu vem me ajudando. Mesmo sem querer.”


***

Querido amigo,

Parar de fumar está nos planos. Estou quase lá. Um cigarro por dia tem sido a média, que aumenta um pouco em noites de solidão. Logo, logo paro de vez. Mesmo porque quero correr uma maratona, está nos meus planos também.

Aqui do alto desse "Everest" as coisas não estão nada fáceis. O ar é rarefeito, tem gente que tem medo de altura, de se aventurar. Tem gente que simplesmente acha o Everest pequeno e não tem nenhuma vontade de escalar. Deve ser sem graça. Eu particularmente ando me sentindo no topo do nada. Mas é assim mesmo, a vida.
Como todo mundo, eu também preciso de ajuda. Venho, aos poucos, aprendendo a pedir. Nem sempre a ajuda vem, nem sempre é a ajuda que precisamos, mas sempre é bom sentir que existe uma mão pronta para segurar a nossa. Conte com a minha, sempre.

Feliz Amor Novo pra gente.

Friday, December 29, 2006

Meu momento Rob Fleming

Como o personagem de John Cusack em Alta Fidelidade conseguia resumir seus Tops a apenas Five?
E o que eu faço com as outras 45 músicas que tocaram a minha vida em 2006?

1. Nightswimming, REM. Um encabeçamento de lista óbvio e previsível, se você me conhece. Não bastasse eu ter a música original, os clipes, os shows e todas as versões já gravadas, agora durmo com ela todas as noites. Quando minha arquiteta disse "tu escreve, tem que ter algo escrito na parede do teu quarto", concordei na hora. Mas achei que as palavras de Michael Stipe me fariam melhor do que as minhas próprias. Há um mês Nightswimming é minha canção de ninar. E de acordar, de rir, de chorar e de amar. Mas, estranho. Faz mais de 20 dias que tenho evitado ouvir. Receios, inseguranças. É como se tivessem roubado as roupas que deixei na beira do rio onde nadava nua.

2. Let me Go, Cake. Apesar de me remeter ao segundo semestre de 2005 e a tudo o que envolve um ex-namorado confuso, indeciso, ciumento e que também gostava de Cake, foi uma das músicas mais tocadas no meu player, principalmente em dias de corrida. Meu treinador falava e eu só conseguia prestar atenção no que o John McCrea dizia:

When she talks she moves her mouth
Instead of her lips
And I've waited for her for so long
I've waited for her for so long
I've wondered if I could hang on
I've wondered if I could hang on

Let me go, she said
Let me go, she said
Let me go and I will want you more


Aliás, ver o John McCrea cantando ao vivo no Hotel Unique foi uma lavada de alma com suor.

3. Quelqu'un M'a Dit, Carla Bruni. Desconfio que escrevi errado o nome dessa música. Nem vou procurar no Google, ele também não sabe escrever corretamente. Conheci essa italiana radicada na França, ex-modelo, através de um amigo, não através da novela das 20h. O CD todo é bom, mas apenas essa música me bastou por um bom tempo. Muito eu escrevi ouvindo essas palavras que sequer sei o que significam. Se bem que às vezes é até melhor não saber.

4. Mr. Brightside, The Killers. Depois de gastar a original, embestei em só ouvir a versão do McFly. Gastei a faixa. Gastei as pilhas. Gastei a pista de dança na minha festa de aniversário. Como diz meu amigo Cavinato: fico em chamas.

It started out with a kiss
How did it end up like this?


Agora, em chamas mesmo eu fico nessa parte aqui, ó:

I never...
I never...
I never...


5. Naked as we came, Iron and Wine. Sinceramente? Prefiro nem falar sobre o assunto. Derramaria muitas lágrimas e não quero borrar o layout novo deste blog.

Ora, eu não sou Rob Fleming. Em breve, coloco um zero à direita desse cinco.

Aumentem o volume

Um teste.
Teste.
Som.
Cadê o retorno?